![[TESTE] Marco de teste 14](https://qa.s3.fi-editor-observatorio.caiena.app/qa.editor.fi-editor-observatorio.caiena.app/public/image/3279/file/optimized-8dec40863d49ef8e9eb5ca1afe4916fc.jpeg)
Assassinato de Robson Silveira
Robson Silveira da Luz (1957-1978), comerciante, morador do bairro paulistano de Guaianases, é preso e assassinato em 4 de maio de 1978. Sua morte é o estopim para uma série de eventos reativos no seio da militância negra de São Paulo e precipita a organização do Movimento Unificado contra a Discriminação Racial, hoje conhecido como Movimento Negro Unificado (MNU).
Robson Silveira da Luz é casado com Sueli da Luz (1959) e espera o segundo filho do casal. Administra um bar no centro de São Paulo, onde dorme durante os dias úteis. Aos finais de semana, volta para a casa no bairro de Guaianases. Na madrugada de 23 de abril de 1978, ao voltar de uma festa, é visto com seus amigos levando frutas de um caminhão de feira. Uma moradora identifica Robson e informa o dono do caminhão. Este aciona a polícia, que sai em busca do rapaz. Robson é levado para a delegacia, torturado e morre por complicações no hospital.
No mesmo ano, o assassinato no mesmo ano do operário Newton Loureiro (1958-1978) e o caso de discriminação racial de quatro atletas negros do time de vôlei do Clube de Regatas Tietê motiva a reação rápida de militantes, já mobilizados para os eventos comemorativos dos noventa anos de abolição da escravatura no Brasil, por meio da coluna Afro-Latino-América, no Jornal Versus, com forte presença negra e trotksita da Liga Operária.
![[TESTE] Marco de teste 13](https://qa.s3.fi-editor-observatorio.caiena.app/qa.editor.fi-editor-observatorio.caiena.app/public/image/3278/file/optimized-5c50615eedc18d2d0112c25bd9326364.jpeg)